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PÚBLICO ALVO 

 

Profissionais Psicólogos ou Psiquiatras

Alunos de graduação de Psicologia ou Medicina

 

APRESENTAÇÃO  

 

A psicopatologia e a terapia comportamental vêm evoluindo de forma acelerada dentro de projetos comuns de produção científica de conhecimento. O modelo comportamental e o modelo sindrômico (médico) possuem intersecções marcantes, tendo contribuições mútuas decisivas, que de certa forma, são hoje indissociáveis.

 

As terapias comportamentais apresentam caracterizações etiológicas próprias para os transtornos psiquiátricos, derivando intervenções fundamentadas em sólida pesquisa experimental, sempre consistente com sua matriz filosófica contextualista. Modernamente essas abordagens passaram a ser chamadas de terapias comportamentais contextuais ou terapias de terceira onda. Em comum elas apresentam a preocupação de identificar, analisar e intervir sob a função dos comportamentos, cognições e das emoções em contexto.

 

Trouxemos para o curso de Formação em “Psicopatologia: Tratamento Comportamental Contextual” algumas das principais terapias comportamentais contextuais, como a ativação comportamental (BA), a psicoterapia analítica funcional (FAP), a terapia de aceitação e compromisso (ACT), e a terapia comportamental dialética (DBT). Nessa formação você aprenderá as concepções de caso, os processos e procedimentos para o tratamento de transtornos depressivos, transtornos de ansiedade, transtorno obsessivo-compulsivo, transtorno de personalidade, somente para citar alguns.

 

A ativação comportamental (BA) descreveu a depressão como sendo um fenômeno clínico complexo. Comportamentos como o de queixa crônica (quando encobertos são referidos como ruminações), passividade, irritabilidade, choro, agitação motora, ideações e tentativas de suicídio, tristeza, dentre outros, seriam comportamentos que aumentariam de frequência por estarem relacionados à suspensão de sentimentos negativos e/ou situações que os produzem. Segundo a BA esse é o processo responsável pela cronificação dos quadros depressivos. Sob essa concepção, os procedimentos formulados para o tratamento foram a planificação de resolução de problemas e o reengajamento do cliente em importantes atividades de seu dia a dia.

 

A psicoterapia analítica funcional (FAP) utilizou a relação terapêutica como meio primário para modificar os comportamentos sociais do cliente. O entendimento central da FAP pontua que o cliente interage com o terapeuta semelhantemente ao modo como se comporta com outras pessoas em sua vida. Interessa, portanto, o repertório interpessoal do cliente. Logo ganhos com a mudança na forma de se relacionar junto ao terapeuta poderão ser estendidos e planejados para as outras relações interpessoais.

 

A terapia de aceitação e compromisso (ACT) teve como meta principal tratar a esquiva experiencial, o número excessivo de respostas literais ao conteúdo cognitivo e a inabilidade de assumir e manter compromissos com a mudança comportamental. Sua caracterização psicológica descreve que os clientes chegam à clínica com queixas de tentativas de controle dos supostos determinantes do sofrimento, ou seja, das emoções, lembranças, impulsos ou pensamentos negativos. O modelo psicopatológico da ACT afirma que as tentativas de controle das experiências subjetivas levam o indivíduo a desenvolver um repertório psicológico inflexível.

 

A terapia comportamental dialética (DBT) foi originalmente formulada para o manejo de comportamentos suicidas e de automultilação, abrangendo mais tarde alguns diagnósticos, como o transtorno da personalidade borderline. A DBT deu ênfase a problemas como os déficits de habilidades em populações com pervasiva desregulação emocional e experiência de self.

 

Em síntese a Formação em “Psicopatologia: Tratamento Comportamental Contextual” configura-se como um dos mais completos cursos para o tratamento dos transtornos psiquiátricos, considerando os aspectos psicopatológicos, a utilidade de sua classificação dentro do DSM-5-TR e da CID - 11, e tudo o que a psicologia e o modelo contextualista com seus diferentes desenvolvimentos podem oferecer, tanto ao clínico que acaba de iniciar na profissão, como ao mais experiente, dando uma oportunidade de saber quando e em que momento do tratamento aplicar a estratégia mais adequada, riqueza indiscutível de todo trabalho manualizado. 

 

EMENTA

 

Conceitos básicos de análise experimental do comportamento

Atualizações diagnósticas do DSM-5-TR e da CID-11 com interesse para as terapias comportamentais

Psicoterapia Analítica Funcional (FAP)

Ativação Comportamental - IACC (BA-IACC)

Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT)

Terapia Comportamental Dialética (DBT)

Terapias de exposição na ansiedade

 

CARGA HORÁRIA 

48hs

 

DATAS

13-08-22

27-08-22

03-09-22

17-09-22

01-10-22

22-10-22

19-11-22

03-12-22 

 

HORÁRIOS DA AULAS 

das 9h as 17h - via plataforma Zoom

 

PROFESSORES

Paulo Roberto Abreu [CRP 08/10533] é autor do livro Ativação Comportamental na Depressão (Abreu & Abreu, 2020) e editor do livro "Transtornos Psicológicos: Terapias Baseadas em Evidências" (Abreu & Abreu, 2021) . Coordenador do Instituto de Análise do Comportamento de Curitiba (IACC). Behavioral Activation Trainner. Psicólogo clínico, doutor pelo Departamento de Psicologia Experimental da USP. Professor dos cursos de Especialização em Terapia Comportamental do Hospital Universitário da USP (HU-USP) e da Especialização de Terapia Comportamental e Cognitiva em Saúde Mental do Ambulatório de Ansiedade, Instituto de Psiquiatria, do Hospital de Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (AMBAN – IPq – HCFMUSP). Professor do Master en Terapias Conductuales en Infantojuveniles y Adultos, do Instituto de Terapias Cognitivo Conductuales (ITECOC) no México.

 

Juliana Helena Abreu [CRP 08/IS-324]  é autora do livro Ativação Comportamental na Depressão (Abreu & Abreu, 2020) e editora do livro "Transtornos Psicológicos: Terapias Baseadas em Evidências" (Abreu & Abreu, 2021). Coordenadora do Instituto de Análise do Comportamento de Curitiba (IACC). Behavioral Activation Trainner. Psicóloga clínica. Doutora pelo Departamento de Psicologia Experimental do Instituto de Psicologia da USP. É professora do curso de Especialização em Terapia Comportamental do Hospital Universitário da USP (HU-USP) e da Formação de Terapia Comportamental e Cognitiva em Saúde Mental do Ambulatório de Ansiedade, Instituto de Psiquiatria, do Hospital de Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (AMBAN – IPq – HCFMUSP). Professora do Intensivo en Terapias Conductuales y Contextuales en Múltiples Aplicaciones Clínicas, do Instituto de Terapias Cognitivo Conductuales (ITECOC) no México. 

 

Desenvolvido por Paulo Abreu